segunda-feira, 8 de maio de 2017

Vamos Da versão de Maria flor já que ultimo texto que me identifiquei não foi escrito   Maria Flor e sim pelo blog aterapiadealice. Por sinal incrível
Penélope Maria flor é delicada como uma flor e completamente estabanada no jeito de se expressar. Faz força para ser sincera mas muitas vezes guarda suas verdades dentro de si. Prefere deixar que o vento leve suas escolhas porque acredita que a vida escreve uma única história. Ela chega de leve e devagar. Ela primeiro observa, pensa, acredita e quase sempre tem bom humor em descrever sua história. Acredita que semeando e que se planta. Ela sente sua força, mas tem fragilidade na alma. Suas atitudes quase sempre poéticas. Faz tudo em silencio porque acredita que as coisas invisíveis são duráveis. A maioria das vezes, ninguém entende o jeito dela. Ela Resmunga respira fundo ao invés de gritar. Ela pode até perder o domínio de si, mas não perde o bom senso. As vezes o que os outros fazem em atitudes e palavras atingem e machucam, mas ela não rebate na mesma moeda porque acredita inteiramente no bem. Acha que a bondade é o caminho para as pessoas ao seu redor – nem sempre dá certo. A maioria das vezes ela sofre calada… é que ela é assim.  Mas não exagere da sua bondade, ela sabe por limites e não tente ultrapassá-los. No sorriso guarda uma mulher que tem certeza do que quer. Ela tirou do seu vocabulário Talvez e o quem sabe. Ela é intensidade mas para ela é tudo, ou nada. A vida ensinou que nem sempre dá tudo certo, mas sempre acha um caminho para seguir. 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Ela é uma moça vestida de  mulher, sonha alto e colore o mundo com todas as suas cores. Ela não tem asas, mas sabe voar. Ela é real, imperfeitamente perfeita. Os cabelos refletem o brilho da alma e o perfume dela é inconfundível. Ela ri dos próprios problemas e tem fé que o amanhã será melhor.Ela não gosta de esperar, vive contando os segundos, arruma o cabelo, olha desconfiada e confia. A vida a ensinou a nunca desistir, ela é determinada, trabalha, vai à luta e persiste até conseguir o que quer. Quando erra, consertaEla não é obrigada, pensa no que diz, mas não controla o que sente. Já brigou com a vida, hoje escolhe as suas batalhas – e não perde o hábito de vencer todas elas. Ela é forte e ao mesmo tempo frágil, chora na própria companhia. É durona, mandona, romântica incurável. Ela já sentiu a dor, sofreu por amor, se despedaçou e se reinventou.
Ela pode ser a solução dos seus problemas, ou a sua dor de cabeça. Consegue ser doce, azeda e amarga, depende do que a vida lhe oferece, ela sabe bem como retribuir. Anda de sapatilha sem sair do salto, ela te apoia, te perdoa, se esforça para ver o lado bom das coisas. Ela é riso sincero e verdade no olhar. Ela é linda e nem imagina o quanto…Ela é diferente, do tipo que você não encontra por aí. Os amigos ela escolhe a dedo e o amor a escolhe o tempo todo. Ela não é para qualquer um, mas quando se entrega é por inteiro – ela não sabe dosar sentimentos em parcelas. Tenta disfarçar o ciúmes e não te pede para ficar, porque ela sabe que se você for embora, quem sai perdendo não é elaEla não é fácil e quer sempre mais!

(Blog aterapiadealice)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Um silencia uma respiração que vai mais profundo. Saudade palavra que transpira dentro e fora de mim. Um desejo de se aproximar e um receio enorme de me deixar levar. Saudade do que sua presença me traz. Um calor que surge mais forte que os olhares, como as luzes que refletem em um rio. E, assim se passa o tempo.  A matéria é tão imprevisível.  Como pode um instante ficar tão marcado assim.  Nem foi uma historia daquelas que o cotidiano esta acostumado.  De rótulos amizade, namoro, noiva e casamento. Nem tivemos a parte do se conhecer.  Foi só a troca de presença. De gostos parecidos. Ideias. Não foi nada presente  foi só a lembrança  com a breve visão  da dança de  um xote simples de corpos juntos em Curitiba essa cidade gelada. O coração acompanha a dança. Nessa xote, eu sinto o mundo se desconectar, o chão flutuar e nossos sorrisos se encontrarem. A lembrança da sanfona e seu ritmo. A zabumba e nosso encontro.E de lá para cá  outros encontro.  E foi assim que a saudade sempre bate forte  e insiste  em me lembrar. Que algo existe sem existir.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

FELINA <3
Criatura Felina
Com um andar que fascina
Olhos de gata
Com autoestima
Sou assim feminina
Olhar que penetra na alma
Que despe sem tocar
Sem tirar a calma
Mas consegue provocar
Mulher de sete vidas
Gata, leoa, onça, pantera, filha, amante
Efêmera dominante
Que o futuro da espécie
Nos garante!
 Juliana Rossi

terça-feira, 28 de março de 2017

 Hoje o pulsar batia ali, insofismável, pulsando dentre a gente... Eu decorei varias frases tortas, mas repleto de verdade, de intensidade. Eu ensaiei varias vezes para te dizer. Eu quis dizer tantas vezes. Muitas coisas, mas perdi todas as oportunidades. E hoje estou aqui, tentando algumas frases  sem  sentido  para ver se sossego  um tanto esse tudo que quero dizer e, mais uma vez, me enrolo. Me faço e desfaço.

domingo, 26 de março de 2017

Hoje estou lendo e relando  Água  Viva  esse livro  me encanta toda vez que leio e releio Super me  identifico.
Segue alguns trechos que gostaria de deixar escrito no blog:
 Escrito brilhantemente por  Clarice lispector:
Meus dias são um só clímax: vivo à beira.
Esta é a vida vista pela vida. Posso não ter sentido mas é a mesma falta de sentido que tem a veia que pulsa.
 Que mal porém tem eu me afastar da lógica? Estou lidando com a matéria-prima. Estou atrás do que fica atrás do pensamento. Inútil querer me classificar: eu simplesmente escapulo não deixando, gênero não me pega mais. Estou em um estado muito novo e verdadeiro, curioso de si mesmo, tão atraente e pessoal a ponto de não poder pintá-lo ou escrevê-lo.
 Ouve-me, ouve o silêncio. O que eu te falo nunca é o que te falo e sim outra coisa. Capta essa coisa que me escapa e no entanto vivo dela e estou à tona de brilhante escuridão. Um instante me leva insensivelmente a outro e o tema atemático vai se desenrolando sem plano mas geométrico como as figuras sucessivas em um caleidoscópio.
 Tenho medo do domingo maldito que me liquifica.Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.
O que te direi? te direi os instantes. Exorbito-me e só então é que existo e de um modo febril. Que febre: conseguirei um dia parar de viver? ai de mim que tanto morro. Sigo o tortuoso caminho das raízes rebentando a terra, tenho por dom a paixão, na queimada de tronco seco contorço-me às labaredas. À duração de minha existência dou uma significação oculta que me ultrapassa. Sou um ser concomitante: reúno em mim o tempo passado, o presente e o futuro, o tempo que lateja no tique-taque dos relógios.
O mundo não tem ordem visível e eu só tenho a ordem da respiração. Deixo-me acontecer.De que cor é o infinito espacial? é da cor do ar. Nós – diante do escândalo da morte.
 Renuncio a ter um significado, e então o doce e doloroso quebranto me toma. Formas redondas e redondas se entrecruzam no ar.