segunda-feira, 2 de abril de 2018


Acordo pela manhã. Os braços se espreguiçam bem devagar, o corpo levanta sente o raiar do dia. Levanto para encarar o novo dia. Tomo um café para acordar. Os pensamentos chegam a cabeça. Tento entender, mas as ideias perdem o sentido.
O coração bate apressado os lábios ficam secos, fico agitada. Tudo isso é o resultado de minha ansiedade em querer que as coisas aconteçam rapidamente –  Respiro. Tento me acalmar. A mente tenta compreender que tudo tem sua hora.
O tempo não tolera a espera. Mas os pensamentos não param, eles insistem a todo instante.
Tento me esforças para entender o porquê de cada coisa, de mansinho vou despertando. Tento encarar a verdade dos fatos.
O corpo fala comigo. Sinto um aperto. A mente fica cansada já não consegue mais criar alguma consciência em si. A insônia vira um cotidiano. Tento dormir, mas meus pensamentos excessivos não deixam. Sei o que é certo dos fatos, mas continuo insistido no que não me convém. Pratico meu silencio. Afinal tudo é consequência nessa vida. Tenho consciência, mas o    desejo e o querer é maior do que razão. Assumo meus erros. Aponta todas as falhas. Me acuso e a mente desperta e não deixa o corpo repousar.
Enquanto a mente tenta – processar se desligar, ela transita nas mais diversas culpas.

A cada dia   não consegue terminar, e concluir os fatos. Só me  resta esperar por dias melhores para o coração se acalmar.

terça-feira, 13 de março de 2018


Me sussurra um pensamento ao olhar seu sorriso no retrato. Retrato que transmite seus dias. Junto da minha ausencia. E minha alma da escrita cria uma cronica descritiva junto a Guimarães Rosa:
Ele, o menino, era dessemelhante, já disse, não dava minúcia de pessoa outra nenhuma. Comparável um suave de ser, mas asseado e forte – assim se fosse um cheiro bom.
Então, dele eu vi as cores do mundo. Era, era que eu gostava dele. Gostava dele quando eu fechava os olhos. Um bem-querer que vinha do ar de meu nariz e do sonho de minhas noites.  Hê, de medo, coração bate solto no peito; mas de alegria ele bate inteiro e duro, que até dói, rompe para diante na parede.
E por fim seu corpo fisico sua lembrança.
O pensamento dele que em mim escorreu figurava diferente, assim meio singular, por fantasma, apartado completo do viver comum, desmisturado de todos, de todas as outras pessoas – como quando a chuva entre-onde-os-campos. Ele o menino com os olhos brilhante por de traz daquele sorriso sussurava face de moço que desconfiado defendia seus principio descordando do coração. Era justo. Vivia  descordando do que não conhecia. Eu tanto conhecia. Era pratico. Ficava com quem o agradava seus dias. E assim levava minha lembrança junto aos seus pensamentos tentando a logica que jamais acharia. Nos dois eramos cheiro de chuva. Aquela lembrança  que vem do nada dentro da gente. Mas com toda força  de detalhes pequenos. De que o amor humano pouco conhece. A verdade e que dentro dele não existia nenhuma prova concreta. Nele só existia a intuição e sua fé de Aruanda. Nela um mundo de estorias literaria e imaginarias que seus sentimentos pulsavam. Verdades ou mentiras dentro dela vivia com verdade. Sempre eles em 2 mundos e as vezes se cruzavam e descruzavam.


Trecho misturado de Guimaries Rosa.

quinta-feira, 1 de março de 2018


 Escrevo com vontade. Enviando pensamentos e desejos em formas de caligrafias tortas para tentar expressar o que eu continuo sentindo. Em meio as letras, formo frases em palavras que moram dentro de mim. Meus sentidos guardam algumas sensações, e cheiros.  Lembranças e memórias que vivenciam– todo amanhecer o sol entra pela janela refletindo seu brilho amarelo em cada pensamento. O dia nasce e meu silencio se faz na memória de um abraço demorado e um coração que pulsa—Imagem e sons refletem na luz. Torno a escrita em uma fala misturada de sentimentos e verdades. E quem sabe elas se transformem em um mar azul.
Tenho vontade mas me falta a coragem. Ainda existem muitos erros de concordância delinear, outras semânticas para traduzir cada sentimento. De noite ao dormir, eu mentalizo uma oração que se transformar em uma luz.  Confio com ternura no universo e seus planos. Eu tenho fé que tudo tem sua hora. Seu momento. O plano divino sempre tem o significado mais bonito para cada vida. Anseio minhas vontades de escrever minhas histórias e dar a elas um final feliz. Já me acostumei escrever estórias não vividas. Vou entregar cada anseio vivenciado e guardar em cada escrita junto com todas as outras palavras jamais ditas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

 Luz, muita iluminação, porque para viver longe da escuro  é preciso muito brilho e  esperança. O bom mesmo é acreditar no amanhã.  Que cada amanhecer brilhe por dentro– e que aprenda a se amar também, para dar valor ao encontro de si mesmo. Tenha paciência em cada amanhecer que seu valor vem, porque o valor está onde acreditamos.  Que as flores te façam florescer e que sempre possa regar os dias cinzas. Que perceba que a felicidade é feita de pequenas coisas. E que quando chegar os dias tristeza, tenha fé. Acredite.
Tente aprender a se escutar. Se ouvir.

Sinta seu coração seja grata por sentir ele batendo dentro do seu peito.


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Mas ano começando e o coração tem que estar preparado para novos desafio, o alma volta a se preencher de sentimentos bons e felizes. Eu deixo a janela aberta é crio o momento de transição. Coloco um sorriso de esperança nos meus olhos que refletem em meu ser.  Crio uma esperança bonita. Tento sentir a quietude do momento e transformo a energia para fluir. Elevo meu coração e deixou a música tocar. Vou aguardando os dias junto em cada pedacinho de mim, me levando para novos ventos. A melodia toca em minha face, trazendo gosto doce de mel, de uma ausência cheia de silêncios e novos mistérios a ser descobertos. A vida sempre te dá uma nova chance de rever seus passos. De transformar o tempo perdido. O tempo não para, e novos desafios podem te levar a vários caminhos. Cabe a cada um fazer sua escolha. Vamos iniciar o ano com a esperança de novos rumo.

Seja bem vindo 2018!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Eu tenho mania em guardar sentimentos sozinha, sou excelente em interiorizar ideias e sensações. Escrevo só para deixar registrado e memorizado. Assim a escrita me deixa mais calma: para desabafar estes sentimentos que embaralham meu coração.
Eu escrevo as ideias e logo sai as letras que formam as palavras. E assim o texto é digitado. Geralmente não encontro muitos sentido nas palavras, mais me sinto aliviada, e já fico satisfeita. Mas cada escrita transparece um sentimento que vivência meus sentidos. A ocasiões em que é preciso sentir-se ouvida. A escrita me dá essa possibilidade.  As vezes tenho resposta outras não. Mas tem sentimentos que não tem sentidos e que não passam. A vida vai te trazendo aprendizagem e você vai seguindo e revelando que seus sentimentos ficam por dentro cutucando e não consegue evita-los. Eles devem ser cuidados de uma  maneira certa, ao invés de virar uma cicatrizes cheia de feridas.
Nem sempre é possível cicatrizar, porem o trabalho deve ser diário da cura.
As vezes a vida deve ser vista de um outro ângulo. O diálogo deve ser puramente sincero junto a seu coração. O ano se prepara para terminar e a vida te dá a chance para perdoar e seguir em frente. Que venha  mas um ano.