quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Caminho, meio sem saber, Olhando para cima e para baixo. Abre o braço para um dia colorido, fechei meus braços para dias cinza, Tento andar em passos lentos. Um dia de cada vez! Melhor assim! A vida fica, mas simples. Menos complicada! Olho para o mundo, mas consciente, Quem sabe me deparo com situações menos trágicas. Faço carinho em meu rosto para desenrolar os medos da minha alma. Ouso meu coração, mas tranquilo.  Danço no balanço da música. Afinal tenho que aprender bem rápido — os movimentos giram conforme o universo dita a melodia. Talvez a definição felicidade seja isso: ouvir o ritmo da existência. Não dá para compreender a vida segue de acordo com nossas escolhas, porque o tempo não para. A existência funcionando, girando, junto ao planeta. A infância ainda é um processo de crescimento, o universo não deixa de se transformar e todo momento tem algo nascendo, algo morrendo, pessoa se despedindo, e entrando na vida. A magoa ainda exista. As lembranças permanecem de dias simples. Idealize-se uma forma de vida, menos sofrida. Mas os problemas fazem parte da existência, dificuldade todos passam. Ela serve para o aprendizado de uma essência, mas limpa eu acho. Mas existe dois lados.Maria Flor vive dias de aprendizagem.

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