sábado, 27 de outubro de 2012


Eu vejo um livro na estante e penso em uma linda historia, espero as ideias surgirem. Acho que os que, mas me agrada ultimamente são as historia populares. Ou talvez autores Brasileiros como Machado de Assis, na sua obra brilhante “Helena”. Acho que tenho me sentindo um pouco Helena ultimamente. Alguns raros dias que parecem flores de primavera, e outros tantos chuvas e temporais sem fim, cheio de destroços de folhas húmidas perdidas no chão. Sinto-me frágil e ao mesmo tempo vejo-me obrigada a arriscar a seguir, deixar a vida transformar-se em música. Então deixo de ser um personagem e passo a ser um agente da minha própria existência. Cobram-me rapidez. A tanta coisa a fazer, as horas surgem no relógio vejo os minutos rolarem acelerados. O sorriso e os abraços ficam para trás alertando-me que a existência e como diria certo autor indiano é como uma conversa com os dedos das mãos, cada um exalta sua própria importância, porem individualmente nenhum deles e capaz de realizar nenhuma tarefa. Todos precisam trabalhar juntos. Esta é a maravilha existência. Nunca se para o que preciso terminar. Apesar de às vezes ser interrompido sei que sou capaz, sou capaz, você é capaz, repito como um mantra. Através do silencio dos olhos tento esconder da triste a realidade. Ela parece tão ausente. Na verdade ela se mostra o que não se vê. Preciso colorir as paginas sem cor. Transformar meus dias. Maria Flor se senti com bonecos de marionete guiados por seu criado espiritual.

sábado, 20 de outubro de 2012


Resumido:
Preciso registrar, mas detalhes de pequenas coisas. Que seja um pouco a cada dia. Decifrei algumas lembranças antigas, senti saudades dos detalhes pequeninos. O cheiro o toque o simples olhar. Mas também, á um sorriso boba: quanto mais me lembra, melhor fica os detalhes. Ok, talvez o tempo leve embora estas lembranças de pequenos detalhes. Eu realmente não sei. Única coisa que realmente sei, é que sou autora da minha história, então desenhei todas as cores e abraços deste pequeno detalhe de lembranças coloridas. Sei que fui ingênua de acreditar, isso é um fato.  Eu apenas senti da melhor maneira que pude. Palavra difícil nunca consegue falar. Criar concordâncias e poesia, só consigo nos pequenos detalhes da escrita. Talvez este seja meu maior defeito não falar o que precisa ser dito. Mas ninguém é perfeito. Deixe estar, o tempo dirá. Como diz esta frase de um certo autor:
“Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí.”
Maria Flor acredita nesta frase....

sábado, 6 de outubro de 2012


 O sol já clareia no meu quarto as luzes iluminam em toda parte. O dia de verão se anuncia. Meu ainversario se aproxima que medo! 18 de novembro 2012 31 anos. Mas não importa pois as cores coloridas irradiam nas flores que Maria Flor coloca no seu cabelo. Meu sorriso já fica com cara de covinhas por todo rosto. Os vestidos de Maria Flor desenham palavras bem bobas só pra dizer o quanto Maria flor é pequenina neste mundo. O mar entra no meu intimo. Seu cheiro é tão presente que me lembro dos detalhes do meu cabelo arrepiado. Tenho saudades de olhar no fundo do azul do mar. Acho que foi o sol iluminando que me fez relembrar. Será que o verão me trará as flores? Ainda lembro-me de janeiro. Clara Nunes e os tambores do maracatu e minha saia girando nos dias de verão. E tão bonito ver a simplicidade do som dos tambores. A alma simples, á gente se conhece no íntimo, a gente se reconhece nos suspiros, na troca de olhares. Á lindo tambores. Maria Flor sente orgulho de ser Brasileira. Lembro-me dos abraços sinceros, das danças folclóricas. É principalmente das cores de verão. Maria Flor se senti viva com giros da sua saia.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012


Desculpe, mas hoje minha vontade foi ser a mocinha do livro — na maioria das vezes — escolho um livro com o personagem, mas ausente. Aquele que não diz nada, mas observa e faz tudo em silencio observando. Sorri pelos olhos. Ajuda sem interferir em destinos traçados. Que gosta de fazer os outros felizes, mas do que a si mesmo. E como se a felicidade fosse feita de sorriso inesperado. Acho que nunca gostei de protagonistas. Feliz mesmo fica em contos inesperados. Mas hoje me senti tão frágil. Me deu uma vontade de ser resgatada  por príncipe de cavalo branco.Com lindo céu azul de fundo. Talvez seja meio bobo, ingênuo, mas juro que me deu. Maria Flor senti o coração frágil.