quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Queria refletir de alguma maneira, mas somente sei dizer: moça boba, é boba, é boba. Na verdade tem horas que ao mesmo tempo acho que quero tentar não pensar no amanhã, que não adianta. Mas minha cabeça fica girando, no passado, presente e futuro.  As palavras bonitas, os gestos, as mentiras, mas é só o que vem nessa minha cabeça, sempre que quero não pensar ou traduzir em palavras o que sinto. Tornar-se parte de minha, para além de carta, poemas, retratos fragmentos, mas sempre carinhos de amor, de ilusões , de duvidas, me preenchendo de esperança por todas as palavras não ditas e entendidas nos meus olhos ou nas entrelinhas dos meus gestos.  Maria Flor descreve sem saber, Maria Flor conta em teus textos mais-que-bela forma de demostrar confusão sempre que tem que por um ponto final.

Desaprendi a chorar minha dor e só sei esperar que um dia  a tal felicidade vai  ser completa. Moça que ama viver não acredite na tristeza. Talvez meu príncipe encantado queira fugir da princesa. Por medo talvez? Ou Talvez meu príncipe seja alguém que acredita em sonhos bobos, abraços apertados. De um destino natural.  Maria Flor é uma princesa, que sonha com amor verdadeiro em uma felicidade cotidiana de erros e acertos. Não se escreve contos verdadeiros entre príncipes e princesas. Acredito em príncipes, mas, geralmente os que existem são raros. Porque eles se escondem. Mas os que acredito geralmente derrubam dragões, enfrentam guerras, Defendem seus sonhos suas ideias. Enfrentar seus medos em busca do verdadeiro amor. Vivem suas vidas dignamente apenas pelo fato de ser quem são.
 Quem sabe um dia deste maria flor acerte e vire uma princesa  com um grande  arco-íris.

domingo, 27 de janeiro de 2013


Tentei apagar todas as lembranças tristes da minha memoria.
Tentei recolher lembranças desnecessárias. Fiz minha seleção de memorias musicais. Daquelas que meu coração gosta de memorizar, como Chico Buarque, Marisa Monte, Roberta Sá, Tom Jobim, Jack Johnson, Milton Nascimento. Tem tantos que ficaria até amanhã escrevendo. Acho que ler Rubem Alves esta deixando meu coração lento e avassalador, cheio de saudades, meio nostálgico. Ando me sentindo Como o filme do Carteiro e o Poeta. A vida cheia de poesia sem fim. Como descrevi o lindo Rubem Alves ao escrever  o livro Ostra feliz não faz pérola:
''As idéias aparecem quando querem e não quando nós queremos. São como pássaros que repentinamente assentam-se no ombro da gente sem que os tivéssemos chamado. Isso acontece sempre comigo. Quando as idéias me apareciam eu tomava notas curtas, por vezes um simples aforismo. O título deste livro, Ostra feliz não faz pérola, me chegou assim. Imaginava que depois eu teria tempo de transformar esses pássaros súbitos em textos elaborados. Enganei-me. Os pássaros chegavam velozes, sem parar. E o tempo era curto para transformá-los em textos. O que me dava tristeza, manter meus pássaros assim engaiolados no meu bloco de notas... Tomei então uma decisão: soltaria meus pássaros do jeito mesmo como me haviam chegado, simples e curtos. Isso estava mais de acordo com o meu jeito de ser: sou um fotógrafo. Vejo e fotografo o que vejo com palavras. Assim é este livro, sem princípio, sem meio e sem fim. Um álbum de fotografias em que cada fotografia vale por si mesma, sem precisar estar ligada à outra fotografia colada ao seu lado. Tem uma vantagem: qualquer página é um começo e um fim.''
Maria Flor se senti assim quando escreve seus pensamentos no blog.
 Acho que Maria Flor anda querendo dançar todas as músicas, que a faça feliz, de exercitar á paciência. Com vontade de agir. Talvez seja isso que falta para completar Maria Flor. Um punhado de coragem e outro bom tanto de confiança. Maria flor decidi  por na pratica seus pensamentos, a começar por deletar as memórias e melancolias de sua alma. 


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Hoje maria Flor acordou Rubem Alves:
A alma é uma coleção de belos quadros adornecidos, os seus rostos envolvidos pela sombra. Sua beleza é triste e nostálgica porque, sendo moradores da alma, sonhos, eles não existem do lado de fora. Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto (ou será apenas uma voz, ou uma maneira de olhar, ou um jeito da mão...) que, sem razões, faz a bela cena acordar. E somos possuídos pela certeza de que este rosto que os olhos contemplam é o mesmo que, no quadro, está escondido pela sombra. O corpo estremece. Está apaixonado.
Acontece, entretanto, que não esxiste coisa alguma que seja do tamanho do nosso amor. A nossa fome de beleza é grande demais.(...)Cedo ou tarde descobrirá que o rosto não é aquele. E a bela cena retornará à sua condição de sonho impossível da alma. E só restará a ela alimentar-se da nostalgia que rosto algum poderá satisfazer...

sábado, 12 de janeiro de 2013

Maria Flor anda imaginando historias, lendo contos além da conta, romance demais. Quando era pequenino meu apelido era fantástico mundo de bobo.
 Ainda me sinto um ser imaginário. Ainda vivencio um mundo só meu. Episódios de aventura romances. Continuo andando no meu mundo particular. Observo as coisas com tantos detalhes. E lindo ver cada detalhe do universo. As cores, as formas, os sorrisos. Gosto dos sentimentos demonstração de cuidados, de doçura. Como é bonito os sentimentos humanos. Acho que é por isto que gosto de doce lambuzado. Adoro doce de leite. Um beijo sem espera, uma flor enfeitando um jardim, um bolo de cenoura com cobertura de chocolate com café, um sorriso bobo. Um abraço bem apertado sem disser uma palavra. Eu gosto. E por imaginar os sentimentos tão lindos assim, que vejo as  pessoas que vivenciam as pequenas coisas. Eu fico refletindo que é verdadeiramente admissível amar. Amar significa ter leveza.Tem um dita indiano daqueles que meu coração acredita que disse assim:
“O amor supremo revela nosso eu verdadeiro. Para experimentar tal amor, precisamos de um coração verdadeiro e uma mente tranquila que sejam capazes de fazer uma conexão amorosa com amor supremo. Quando nos voltarmos para dentro em direção ao nosso coração e para o alto em direção ao Coração puro, podemos alcançar o coração da Humanidade. Nesse estado de entrega, podemos experimentar o amor puro e incondicional, que cura as feridas e conecta todos nós em um grande elo de amor.”
Maria Flor acredita nisso.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Maria Flor  ao acordar lembrou do lindo Charles Chaplin:
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de Maria Flor.




sexta-feira, 4 de janeiro de 2013


 Maria Flor começa o ano com as cores do verão. O calor quente esquentando meu corpo. Sempre uso vestidos coloridos para enfeitar meu corpo miúdo, pequenino. Nos meus cabelos uma linda flor, para colorir o meu sorriso meio bobo. Gosto da forma que as cores se relacionam ao me maquiar, contorno meus olhos e pinto minha boca com lindo batom vermelho, sinto-me bonita. Não posso esquecer-me dos meus lenços coloridos em volto dos meus ombros para cobrir meus abraços. Gosto de usar minhas sapatilhas de fitas amarrada na perna, meus pés pequeninos ficam confortáveis. Sinto que o sol ilumina meus olhos e meu coração se alegra. Quando chega a noite Maria Flor se esquenta com o calor da lua que reflete no seu rosto. Sinto o ar do verão arrepiando meu corpo e desperto um leve sorriso. A lua sempre me inspira lembranças delicadas. Maria Flor sentiu o gosto de janeiro.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


Raiava a madrugada e a chuva caia, e logo liguei o som, às duas e meia da manhã. Eu escutava tudo que meu coração pedido para ser tocado.  Como é lindo o toque da musica parece que entra na alma. As lembranças voltam. E tudo fica lá, passando na minha cabeça como um filme. Em algum momento daquela instante, me vi dançando, com meus cabeços soltos girando a saia sorrindo vi alguns rostos e aumentei ainda mais o volume, despreocupada com a vida. Á musica me faz companhia quase sempre.

 Maria Flor adora MPB de preferencia um lindo Samba de Raiz. Com os tambores e as cuícas o cavaquinho de fundo. Com é lindo a língua Portuguesa cantada. Tenho ouvido muito Roberta Sá, sua voz é tão delicada. Gosto de outros ritmos também com Jazz, Blues e alguns rocks clássicos, mas confesso que não conheço muito. Acho que gosto tanto de MPB, porque quando era pequenina  meu pai  ouvia as fitas que tinha gravada dos festivais polemico da ditadura. Sua expressam era tão feliz, como se aquelas musicas passa-se um sentimento de emoções vivas. Era sempre Chico Buarque, Milton Nascimento e Elis Regina. Sempre lembro da minha infância quando ouso João e Maria (Chico Buarque).E acho que é por isto que gosto tanto.Maria Flor sempre fica com coração tranquila com lindas musicas.