sábado, 12 de janeiro de 2013

Maria Flor anda imaginando historias, lendo contos além da conta, romance demais. Quando era pequenino meu apelido era fantástico mundo de bobo.
 Ainda me sinto um ser imaginário. Ainda vivencio um mundo só meu. Episódios de aventura romances. Continuo andando no meu mundo particular. Observo as coisas com tantos detalhes. E lindo ver cada detalhe do universo. As cores, as formas, os sorrisos. Gosto dos sentimentos demonstração de cuidados, de doçura. Como é bonito os sentimentos humanos. Acho que é por isto que gosto de doce lambuzado. Adoro doce de leite. Um beijo sem espera, uma flor enfeitando um jardim, um bolo de cenoura com cobertura de chocolate com café, um sorriso bobo. Um abraço bem apertado sem disser uma palavra. Eu gosto. E por imaginar os sentimentos tão lindos assim, que vejo as  pessoas que vivenciam as pequenas coisas. Eu fico refletindo que é verdadeiramente admissível amar. Amar significa ter leveza.Tem um dita indiano daqueles que meu coração acredita que disse assim:
“O amor supremo revela nosso eu verdadeiro. Para experimentar tal amor, precisamos de um coração verdadeiro e uma mente tranquila que sejam capazes de fazer uma conexão amorosa com amor supremo. Quando nos voltarmos para dentro em direção ao nosso coração e para o alto em direção ao Coração puro, podemos alcançar o coração da Humanidade. Nesse estado de entrega, podemos experimentar o amor puro e incondicional, que cura as feridas e conecta todos nós em um grande elo de amor.”
Maria Flor acredita nisso.

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