quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Queria refletir de alguma maneira, mas somente sei dizer: moça boba, é boba, é boba. Na verdade tem horas que ao mesmo tempo acho que quero tentar não pensar no amanhã, que não adianta. Mas minha cabeça fica girando, no passado, presente e futuro.  As palavras bonitas, os gestos, as mentiras, mas é só o que vem nessa minha cabeça, sempre que quero não pensar ou traduzir em palavras o que sinto. Tornar-se parte de minha, para além de carta, poemas, retratos fragmentos, mas sempre carinhos de amor, de ilusões , de duvidas, me preenchendo de esperança por todas as palavras não ditas e entendidas nos meus olhos ou nas entrelinhas dos meus gestos.  Maria Flor descreve sem saber, Maria Flor conta em teus textos mais-que-bela forma de demostrar confusão sempre que tem que por um ponto final.

Desaprendi a chorar minha dor e só sei esperar que um dia  a tal felicidade vai  ser completa. Moça que ama viver não acredite na tristeza. Talvez meu príncipe encantado queira fugir da princesa. Por medo talvez? Ou Talvez meu príncipe seja alguém que acredita em sonhos bobos, abraços apertados. De um destino natural.  Maria Flor é uma princesa, que sonha com amor verdadeiro em uma felicidade cotidiana de erros e acertos. Não se escreve contos verdadeiros entre príncipes e princesas. Acredito em príncipes, mas, geralmente os que existem são raros. Porque eles se escondem. Mas os que acredito geralmente derrubam dragões, enfrentam guerras, Defendem seus sonhos suas ideias. Enfrentar seus medos em busca do verdadeiro amor. Vivem suas vidas dignamente apenas pelo fato de ser quem são.
 Quem sabe um dia deste maria flor acerte e vire uma princesa  com um grande  arco-íris.

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