quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013



Eu estou tentado compreender todos os fatos que existem dentro de mim, e confesso que sinto nuvem de interrogações. Tudo bem, quem sabe eu esteja mentindo para mim mesmo, descaradamente quando falo que não tenho medo dos meus atos, meus hábitos, das minhas escolhas ou a te mesmo dos julgamentos precipitados. Talvez porque, quem sabe, minhas escolhas tenham levado a resultados dolorosos. Mas eu sinto que na profundidade de minha alma exista algo real nos meus sentimentos. Tenho tentando demostrar ao máximo um pouco de logica e coerência.  Mas Maria Flor ainda continua errando. Agindo de forma explosiva. Tenho mania de exagerar no excesso de demonstração de sentimentos.  
Eu continuo sendo essa moça que tem mania de achar que deve se entregar aos outros, mas do que a si mesmo.  Por quê? Continuo me importando e fazer os outros felizes. Porque gosto tanto de ver os outros felizes? O fato  é que  as pessoas continuam se importando com elas mesmas. E elas devem estar certas. Mas Maria Flor não consegui ser feliz sem fazer os outros felizes. A verdade é que ninguém se importa o quanto você se preocupe. Ou sinta. No fundo no fundo eu só espero compressão. Nunca quis nada em troca eu juro. De verdade. Ate porque não gosto de troca que não é verdadeira. Forçar a barra. Confesso que já agi assim. E o resultado foi péssimo. Talvez no excesso de demonstração exagerada que tenho mania disso.
Jurei para mim mesma nunca, mas fazer algo para ninguém que não compreenda o significado de dar o seu melhor Ou de simplesmente querer o melhor de alguém que você se importe. Mesmo este alguém não se importando.
Enfim acho que a maioria das pessoas espera algo quando se dá. Talvez eu deva esperar também.Quem sabe assim aprenderia pensar em mim.
O fato é que vou tentar ficar na minha. Parar de tentar  fazer o que não se dá. Cansei! 






sábado, 23 de fevereiro de 2013

Hoje Maria Flor esta um pouco Nietzsche:
Todo homem possui sua finalidade particular, de modo que mil direções correm, umas ao lado das outras, em linhas curvas e retas; elas se entrecruzam, se favorecem ou se entravam, avançam ou recuam e assumem desse modo, umas com relação às outras, o caráter do acaso, tornando assim impossível, abstração feita das influências dos fenômenos da natureza, a demonstração de uma finalidade decisiva que abrangeria nos acontecimentos a humanidade inteira. 
(NietzscheDa utilidade e do inconveniente da História para a vida)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013



 É tão estranha essa necessidade de fingir que o que foi tornou-se desconhecido. E como olhar o que nunca existiu. Queria tanto ser uma moça madura, Mas meu impulso não permitiu. Eu juro que tentei ter paz e doçura controle, mas dói tanto ainda. Maria Flor continua congelada. Mas esbarrar o que se foi e ainda existe da a sensação de vazio completo. A tanta coisa!  Minha cabeça anda confusa. Meus dias parecem ter formas de caracol. Será tão impossível assim manter a calma depois do que já se foi. Tenho tentado fechar meus olhos e sentir meu coração, talvez só assim consiga entende-lo.Mas sei que o tempo e senhor de tudo. E logo transforma.
Meu presente anda tão confuso também. Não sei o que pensar. Nem o que sentir. Parece-me que pra seguir o mesmo caminho e manter o mesmo sorriso, anda meio  difícil. Acho que o pior, é ter na memoria das lembranças aquilo que te deixou com marcas profundas, fazendo com que a vida se torne mas dura ao  se olhar no espelho.  Mas  não tem como mudar o que já foi. Então a melhor forma e seguir em frente e deixar a vida acontecer.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Hoje acordei e tive uma sensação de um sonho lindo.
Sonhei com lindo arco-íris.  Meus olhos brilhavam e eu permanecia calma. Estava montada em lindo cavalo branco em frente a uma montanha. Desci do cavalo e sentei enfrente a pedra da montanha. Soprava um vento nos meus cabelos senti meu coração leve. Fiquei pensando é tão bom ter sentimentos puros. Não gosto da energia do carnaval. Acho pesada. Sempre me isolo nesta época. Este sonho me deu uma sensação tão boa. Ficava me embalando no som do vento. Sem presa. Fiquei pensando como deve ser bonito morar no campo.  Vi-me de repente que talvez exista dentro de mim dois corações que pulsa. Talvez a pureza e medo. Isto me assustou. Maria Flor pois sua a  mão no peito sentiu  que talvez  a vida adulta  apagou a menina da infância lúdica. E tão bom pensar nela. tenho medo de perder  minha menina. Pois ela é que garante meu coração puro e sereno. Meu lado mulher é bonito de ver também. Mas me assusta. Porque me obriga a desconfiar de tudo que é bonito. Quero lembrar que no meu peito ainda existe um semblante sorridente  que  acredita em  sonhos coloridos de bolinhas de sabão. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Hoje Maria Flor acordou Rubem Alves:
O segredo do amor é a androgenia: somos todos, homens e mulheres, masculinos e femininos ao mesmo tempo. É preciso saber ouvir. Acolher. Deixar que o outro entre dentro da gente. Ouvir em silêncio. Sem expulsá-lo por meio de argumentos e contra-razões. Nada mais fatal contra o amor que a resposta rápida. Alfange que decapita. Há pessoas muito velhas cujos ouvidos ainda são virginais: nunca foram penetrados. E é preciso saber falar. Há certas falas que são um estupro. Somente sabem falar os que sabem fazer silêncio e ouvir. E, sobretudo, os que se dedicam à difícil arte de adivinhar: adivinhar os mundos adormecidos que habitam os vazios do outro.


sábado, 2 de fevereiro de 2013


Clareou o dia hoje é dia de iemanjá. Dizia para mim mesmo que insistentemente era preciso levantar. Como diria o Chico na musica “Apesar de você”:
Apesar de você amanhã a de ser outro dia. O passado resolveu aparecer ontem.
Mas o dia este tão lindo! Que resolvi comprar rosas brancas para iemanjá. Despertei neste sábado lindo. Olhei para espelho e vi meu rosto, meio preguiçoso. Lavei o rosto e decidi não pensar. Melhor assim.  Cantarola para esquecer as lembranças tristes e a alegria entrar. Todo dia é dia de deixar a esperança entrar. Maria Flor é tão imatura. Parece ter 12 anos às vezes. Mas o dia segue como flores coloridos, correm sem parar na minha mente para acalmar meu coração.
A gente leva e releva essa vida. Agente ri agente chora é inevitável não reparar no tempo antes que ele nos derrube. Embora o tempo seja a melhor cura para despertar sorrisos, ontem me pareceu que um simples, como vai! Estivesse mesmo capaz de espantar á luz do luar e clarear as estrelas com um simples olhar. Os meus olhos não conseguiram, porque  o véu que cobre meu coração ainda esta machucado. Já passou eu sei. Ninguem  tem culpa! Não planejei um encontro casual, mas minha reação foi estupida. Só quero  não pensar, não pensar. Acho que pela primeira vez aprendi a bailar conforme a canção, Ou talvez a canção toca conforme a gente baile.
 Ontem me senti como se estivéssemos congelada.
 Eu juro que não desejo nada de mal só apenas sou tola. Continuo tola o suficiente.
Só estou tentando conseguir virar as páginas  marcadas de branco e preto. 
Sexta- Feira  foi o dia do cenario de  estrelas brilhantes e nuvens algodão. Com carros e uma calçada separando Sol e a Lua. Que um dia se encontram, más por ser tão diferente a vida o separou.  Pareci-os tão iguais. Calma Maria Flor passou. Todos têm que fazer escolhas. Mentalmente tenho mania de lembrar-se de nada que deve ser importante. Afinal lembrar dos erros não é o certo. Nem da dor. A dor serve para crescer não lembrar.Maria Flor vive dias de silencio..