quarta-feira, 20 de março de 2013

Acho que tenho que começar á analisar as paginas viradas do meu livro, ou recortar as memórias enraizadas.  Ou quem sabe ate apagar as lembranças de dias de outono! Transformar as memórias de lagarta em borboleta... Qualquer coisa que faça as borboletas sair de dentro de mim. Refletir sobre a vida, sobre as coisas que Maria Flor não compreende, sobre fatos que tornam os problemas que são tão pequeninos em algo gigantesco,mas que às vezes me fazem crescer. Nada é o que parece. Geralmente as pétalas de rosas tem espinhos. As rosas são tão delicadas. Maria Flor gosta de delicadeza, de ver as paginas de um livro e as palavras pequeninas que se transforma em um texto. “Acho que assim que vejo “a minha vida.” Um texto” cheio de frases que se completam com pequenas coisas. Acho que Maria Flor deveria usar um salto alto e desfila para a sociedade. Mas está não seria Maria Flor. Maria flor gosta da afabilidade das cores da alma. De Salto alto Maria Flor ate gosta. Acha linda. (Apesar de não ter um bom equilíbrio háha) Mas gosto de estar na mesma altura da doçura dos corações bondosos. De expressar um sorriso no rosto, pois é nele que os males espanta! Ultimamente tenho tentado ficar no meu cantinho, acreditar no meu sorriso. Não quero magoar meu coração com falsas ilusões. Maria Flor é cheia de não me toque. Gosta de sonhar com abraços apertados. Maria Flor sonha demais. Mas eu sei que queixas constantes só atrapalham as coisas. Prefiro não pensar e me afasto de tudo que me mete medo. Sei que o medo é necessário para eliminar a insegurança, mas foram tantas quedas que prefiro não me arriscar. Talvez seja covardia não falar o que se senti. Mas calar o que se senti talvez amenize ilusões temporárias. Maria Flor gosta de viver um dia de cada vez. Curtir cada detalhe do presente, porque sabe que o tempo passa rápido e as coisas se transformam. É quando você vê acaba por perder as amizades e carinhos bonitos. Simplesmente por achar que o que poderia ser acaba não sendo.  Gosto da construção de pequenas coisas.
 Maria Flor é do tipo que escreve cada capitulo do seu livro descrevendo cada detalhe, lembrando-se de pequenos sorrisos, de olhares roubados, de abraços inesperados de olhar além do que se vê. Gosto de roubar os sorrisos alheios. Maria Flor acredita que para cativar o mundo é preciso ter doçura em pequenos gestos. Mas talvez seja melhor começar a cativar a si mesma, talvez assim conseguirem enxergar o melhor passo a seguir. Maria Flor vive dias de silencio .

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