segunda-feira, 29 de abril de 2013


Eu almejava uma lousa de giz. Daquela que usa nas escolas. Com giz de todas as cores. Para que o colorido ilumina meu quarto. Os meus textos estariam lá. Na parede do meu quarto. Olharia todos os dias as palavras que vivem dentro de mim. Ultimamente tenho pensando de que forma as palavras influenciam na minha vida. Como é difícil falar o que se pensa. E tão, mas fácil escrever para Maria Flor?  Armazenar qualquer pensamento em forma de letras. Quase sempre as palavras vivem em silencio nos meus lábios. Mas meus pensamentos vivem pulsando nos meus dedos inquietos. Parece mi que com as letras silenciadas é possível diz o que se pensa. O leitor lê todas as letras. Reflete sua ideia e responde sua opinião. Quer diz nem sempre há resposta. Nem sempre a concordância em suas ideias. O que é de todo direito.

 Maria Flor tem medo de olhar dentro dos olhos. E tão estranho a forma que os olhos expressão todas as ideias.  A força do olhar destrói o coração de Maria Flor. Talvez seja covardia ou medo de ouvir o que se senti. Mas é tão lindo o silencio que as letras produzem. Adoro me envolver nos cantos, de cada detalha nas páginas dos meus textos .  Quando penso em deixar uma herança,penso nos meus textos. Quem sabe para meus filhos. Apesar que a ideia de ter filho é estanho para Maria flor. Quando penso em ter filho lembro de que existe uma responsabilidade. De ter estrutura. Infelizmente o mundo atual nós da medo.Criar um ser humano exige muita doçura que cada ato.Talvez adotaria uma criança que precisa-se do meu carinho.Assim meus textos seriam bem guardados.Maria Flor adora o silencio das letras.

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