sábado, 1 de junho de 2013

Eu destruo todos os pensamentos atropelados que flutuam no meu coração, todas aquelas que já não me pertencem, e afundei meus olhos de chocolate nas lembranças tristes. Abandonei tudo que meu peito cala e corri em um pequeno espaço que abstrai meu mundo. Talvez as pequenas coisas tenham se embananado na rotina sem normas que criei no meu próprio mundo.
Eu não mais crio ideias com meus pensamentos, mesmo quando me sinto completa dentro do meu intimo , almejo achar meus mistérios fazendo risos na alma, avermelhando uma face que aprendi a acobertar quando, talvez, seja só vivido à minha real realidade, que ainda não entendo por inteiro. São imensas as teorias. E sei que é necessário lidar com todas elas, mas entendo que, no interior, sou apenas eu querendo considerar minha intimidade excessiva que, devo habituar-se, á evaporar algumas magias infantis minhas. Disso, de jamais me cansar em admirar as pequenas coisas, de tremer com intensidades, de sorrir sempre que me dissolvo em palavras bonitas, com os mesmos detalhes vistos todos os dias, com as lembranças ainda tão presentes e inesquecíveis antes depois de  dias difícil .

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