segunda-feira, 5 de janeiro de 2015


Eternizei algumas poesias inesperadamente, sem compreender o que meus sentidos diziam. Terminei de me ouvir. — Meus pés na areia observava o calor quando observei a brisa leve do mar. A beleza do mar virou poesia ... Tinha só um coração e a alma respirando diante de mim. Desenhei o calor que o sol refletia no meu coração. Um tanto quente pegando fogo, mas ficou tão estrela do mar naquele areia. Sei lá acho que ver o mar faz minha alma ser lavada, me acalma, me deixa leve de um jeito que fortalece meu ser. As vezes sinto  cicatrizes deixadas aqui dentro me tornaram tão dura que sinto medo de mim mesmo.  Mas vou eternizar em poesia de mar. A cicatriz vira conchinha  com barulho  do mar. Vou deixar de ser dura como rocha e voltar a ser leve como vento.  



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