terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Eu sou uma moça pequena que mora em um corpo de mulher. Ainda guardo o mesmo tamanho de pequena dentro do meu coração. Sou moça brava de armadura para proteger meu coração das armadilhas aparentes.
Alimento minha alma de ideias coloridas para alegrar meus dias. Ultimamente ando desligada de mim e do mundo a minha volta.
Não vejo a hora de ver o mar novamente e carregar todo meu coração dentro dele. Gosto tanto da sensação do vento em meus cabelos livres como minha alma. Quero a delicadeza de dias simples. Sorrisos espontâneos. Amores verdadeiros. Será que existe algo neste mundo que sobreviva de verdade dentro das pessoas?
O será que realmente o tempo leva as memorias simples e bonitas? A moça que tem a mania de guardar dentro de si as lembranças pequenas.
Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia? A Nando Reis acho que eu tenho o péssimo habito:
De quem eu queria bem me esquecia.
Mulher moça, Moça mulher.

  

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