quarta-feira, 1 de março de 2017

Acho que minha carne não é de carnaval . Pelo menos desse carnaval que tudo mundo diz que vivência no mês de Fevereiro. Minha carne é feita de estrela daquela que brilha do lado de dentro somente sentimento e alma. Meu coração há esse é feito de fé de vento de tudo que me leva além da matéria. .Meu lado humano gosta de dançar descalça, gosta de  cerveja vodca e bocadinho de  cheiro e  gosto de cachaça. Talvez seja meu lado selvagem convocando as ciganas de saias coloridas que existem em mim. Fumaça essa não gosto que sai de dentro. Prefiro pular fogueira para sentir o calor fogo e a terra. Sentir o mar banhando em meu corpo junto ao vento  e tudo que me permite vivenciar. Não essa carne de carnaval vazia e instintiva.  O toque da minha pele existe em arrepios de carinhos verdadeiros. Daqueles que vem de dentro e que  te olhem sem dizer uma só palavra  porque são sincero.  Deixa o instinto me levar sim, mas para aquilo que me transforme. Faça valer a pena estar vivo. Carnaval sim ele existe dentro de mim no riso, na música, no pôr-do-sol, na grama molhada,  no som  do violão, nas cores alegre de vida na batida do tambor. É lá que sinto  meus pelos arrepiar. É desse tipo de carnaval que me alegro aqui dentro.  Não naquele carnaval humanizado vazio de corpos suados sem cor. Sem desejo. Somente corpo e corpo.  Porque o desejo para mim vem da luta diária. Do poder de se transformar no coração vibrando. Na dança da chuva.  Não procuro nada além disso. Maria flor acredita em outro carnaval. 

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